Divulgação

Trajetória do grupo capixaba começou em 1993
O grupo capixaba Big Bat Blues Band surgiu em 1993 por meio dos amigos Claudio França e Eugênio Goulart. Com uma trajetória de 33 anos, já contou com diversos músicos. A sua história mereceu registro do jornalista e pesquisador musical José Roberto Santos Neves – que serviu de referência para esta matéria.
O grupo foi bem-sucedido na gravação de três discos: “Todo dia é dia de blues”, em 2006, “Haze Hot Blues”, em 2012, e “#3”, gravado em Nova York e lançado em 2014 com a participação do tecladista e compositor norte-americano Itaal Shur, que depois se apresentou com a banda em Vitória, Itaúnas e no Festival de Inverno de Domingos Martins.
Além da discografia, a Big Bat possui participações em eventos importantes, como o Festival Internacional de Jazz e Blues de Rio das Ostras (RJ), do Festival de Jazz e Bossa de Santa Teresa e do Manguinhos Jazz & Blues Festival, ambos no Espírito Santo. O grupo lamentou muito a perda de seu cofundador, Claudio França, em março de 2022, causada por um câncer.
Uma história impactante do grupo ocorreu em Rio das Ostras, quando os seus integrantes chegaram com “a cara e a coragem” e passaram a se apresentar em espaços alternativos, chamando a atenção da organização do festival, que fez o convite para que eles ocupassem o palco da Concha Acústica, em 2012. O público vibrou e pediu bis, sendo atendido.
De acordo com o jornalista José Roberto, o Big Bat se entrega ao blues com canções repletas de beleza e profundidade, amor e dor, relaxamento e tensão, encontros e desencontros, e assume o desafio de se conectar com o novo mundo sem abrir mão da tradição. “Vale a pena ouvir de novo, de preferência, com um brinde ao blues renovado!”, enfatiza.